Só em fevereiro, investidores brasileiros colocaram em termos líquidos R$ 9 bilhões no produto, um recorde da série histórica apurada pela Anbima 

 

Se na virada do ano o mercado tinha uma data quase consenso sobre o início dos cortes nos juros americanos pelo FED, esta realidade perdeu-se no tempo. Virou quase rotina ajustes nas expetativas de afrouxamento na política monetária do país, na medida em que dados econômicos são conhecidos. Hoje, o início dos cortes e a magnitude e frequência são incógnitas. Para um grupo de investidores brasileiros, contudo, parece haver clareza de que os bons retornos na renda fixa internacional continuarão. Os fundos de renda fixa de investimento no exterior registraram, em fevereiro deste ano, uma captação líquida de R$ 9,066 bilhões, a maior da série história da Anbima, iniciada em outubro de 2015, com a CVM 555. Em 12 meses até fevereiro, fundos de RF que investem no exterior acumulam captação líquida de R$ 12,26 bilhões, quase um terço (27%) de toda a captação líquida dos fundos de renda fixa no geral, que na mesma base de comparação ficou em R$ 44,1 bilhões. O interesse do brasileiro pela renda fixa é bastante conhecido, mas sempre focado em ativos locais, pelo juro elevado brasileiro e pelo pouco interesse ou acesso a outros mercados, realidade que vem mudando. A taxa dos fed… 

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